Dezembro
é feito da mesma substância
de que fazem-se sextas-feiras.
Dezembro tem ventos de formatura,
de fim de filme,
véspera de viagem, de último
dia de acampamento
e primeiros
segundos após declarar-se
amante ao risonho, recém-descoberto
amado.
João Pedro de Sá
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
Céu
Nos deitarmos na cama
- travesseiros no chão -
e, amor, até a noite
amarmos.
E depois descansando
- pés nos travesseiros -
conversarmos sobre
se o céu existe.
Existe...
O céu azul tão claro
onde estivemos
instantes atrás.
---
Ainda não sei sobre esse poema.
(Esses comentários sub-poêmicos tão meio chatos, he)
- travesseiros no chão -
e, amor, até a noite
amarmos.
E depois descansando
- pés nos travesseiros -
conversarmos sobre
se o céu existe.
Existe...
O céu azul tão claro
onde estivemos
instantes atrás.
---
Ainda não sei sobre esse poema.
(Esses comentários sub-poêmicos tão meio chatos, he)
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