Mas de repente, em meio
a esse cotidiano metálico pós-moderno,
Enquanto eu pensava que
nada mais não tinha muito sentido,
Chorou em minhas mãos a rosa calada,
de cores cálidas,
a rosa que deveria arder:
a rosa chorou.
A flor que era ela e era eu,
Ela chorou em frente de mim
e eu não pude deixar de sorrir.
Ela sussurrava em silêncio,
suplicava tão digna,
já era hora.
Ela morria ao lado da rosa branca que amava,
esta ainda firme,
abrindo com vigor no seio d'água.
Arranquei-a do talo
e as últimas lágrimas molharam.
Joguei o talo no canteiro da noite
E as pétalas rubras nos ares da noite:
choveu a rosa.
Choveu no meio da noite metálica pós-moderna
lindíssima
e eu não pude deixar de chorar.
.. são rubras as rosas que primeiro morrem.
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Acho que esse é o melhor poema que eu já escrevi.
terça-feira, 28 de novembro de 2006
sexta-feira, 24 de novembro de 2006
segunda-feira, 13 de novembro de 2006
Poema Piqueno e Rimado que nem na Quarta Série
sabe,
acho que eu não nasci pra ser star.
quem nasce pra ser star
se sabe
se faz notar
se joga
sem medo
e a vida é um palco
e uma dor.
minha vida é uma dor.
é coisas doces também.
e o meu palco sem platéia
é meu só, de mais ninguém.
eu nem sei direito
pra que que eu nasci.
vai ver eu só nasci:
broto brotando.
mas afinal eu tô aqui!
(e daí?
vou caminhando.)
Star, star...
eu nasci foi pra ser,
estar.
A Romã, Carol, CEP-vintemílsicos e a todos os outros, por terem me feito pensar em certas coisas de um jeito mais profundo do que eu esperava, e ter aprendido mais uma poeira sobre mim.
Poema escrito enquanto eu tava chateada com alguma coisa que eu não lembro. Esse negócio de ser sensível é um saco. Coisa de mulherzinha... consome, sabe.
acho que eu não nasci pra ser star.
quem nasce pra ser star
se sabe
se faz notar
se joga
sem medo
e a vida é um palco
e uma dor.
minha vida é uma dor.
é coisas doces também.
e o meu palco sem platéia
é meu só, de mais ninguém.
eu nem sei direito
pra que que eu nasci.
vai ver eu só nasci:
broto brotando.
mas afinal eu tô aqui!
(e daí?
vou caminhando.)
Star, star...
eu nasci foi pra ser,
estar.
A Romã, Carol, CEP-vintemílsicos e a todos os outros, por terem me feito pensar em certas coisas de um jeito mais profundo do que eu esperava, e ter aprendido mais uma poeira sobre mim.
Poema escrito enquanto eu tava chateada com alguma coisa que eu não lembro. Esse negócio de ser sensível é um saco. Coisa de mulherzinha... consome, sabe.
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