Não deixe morrer de solidão
a última rosa de Plutão.
Ela não tem principezinho,
menino pequeno encantado,
Ela não tem ao redor carneiro
nem viajante perdidassustado.
Ela só tem aquele brilho,
o doce brilho fugaz
da delicada solitude atroz
que a definha aos poucos,
lindamente...
[Ao amigo aniversariante Brazucanadense e futuro Doutor Coimbra,
esse poeminha meio sem graça, mas que foi uma injeção de oxigênio
pra essa rosa escritora há um tempo dormente.]
segunda-feira, 17 de abril de 2006
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