Hoje eu fui deitar pensando
Que enfrentaria mil exércitos por você.
Pulverizaria, execraria, aniquilaria
Qualquer sombra de nuvem pequena enxerida
Que ousasse bloquear o brilho
Do sol do céu do meu sonho seu
Que iluminasse suave o seu rosto.
Minha poesia,
Eu quebraria mil janelas.
Me postaria valente,
Em meio ao caos do pequeno vilarejo,
Na frente do gigante féreo
Que atacava e arrancava e assustava
Desafiaria com empáfia o monstro
Pela plena certeza da tua presença em mim
,que me faz maior que todas as coisas.
Eu vôo alto
por conta de ti.
Vôo condor e cego
por te conter.
Vejo tudo claro
embaçado
Vôo muito alto,
perigosseguro.
Fui deitar pensando assim
Mil muralhas, mil mulheres
Mas então me concentrei em dormir.
Feche os olhos, minha poesia,
Cai no sono
Pra que possamos nos encontrar depressa
Um nos braços do outro.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2005
terça-feira, 20 de dezembro de 2005
Reinos
- Comecemos do começo. Certo?
- Certo.
- Meu reino por uma bala de menta.
- E o meu, por uma borracha.
- Apagar...?
- Uhum, Ela.
- Meu reino por uma bala de menta e o teu por Ela.
- O meu por uma borracha!! Mas... ah, de preferência por Ela.
- Mas... onde viveriam se trocasse?
- Se tivesse Ela por meu reino, viveríamos nela então.
- Ela é um reino?
- Sim. Meu reino e minha soberana.
- Ora, se Ela é teu reino, então quer trocar Ela por Ela?
- ...ah, não me embole! Esqueça essa história de reino. Eu a quero, mas se não puder, quero apagá-la da cabeça.
- Mas borracha é tão triste... desacontecer as coisas assim.
- Drummondiano...
- Eu não!
- É sim. 'Mais vale amar e sofrer que não amar'. Tão drummondiano esse discurso.
- Como queira; eu só queria uma bala de menta agora.
- E eu a ela.
- Então ficamos os dois nessa querência.
- É.
Quando então chega Ela trazendo um drops de menta para oferecer-lhes.
- Certo.
- Meu reino por uma bala de menta.
- E o meu, por uma borracha.
- Apagar...?
- Uhum, Ela.
- Meu reino por uma bala de menta e o teu por Ela.
- O meu por uma borracha!! Mas... ah, de preferência por Ela.
- Mas... onde viveriam se trocasse?
- Se tivesse Ela por meu reino, viveríamos nela então.
- Ela é um reino?
- Sim. Meu reino e minha soberana.
- Ora, se Ela é teu reino, então quer trocar Ela por Ela?
- ...ah, não me embole! Esqueça essa história de reino. Eu a quero, mas se não puder, quero apagá-la da cabeça.
- Mas borracha é tão triste... desacontecer as coisas assim.
- Drummondiano...
- Eu não!
- É sim. 'Mais vale amar e sofrer que não amar'. Tão drummondiano esse discurso.
- Como queira; eu só queria uma bala de menta agora.
- E eu a ela.
- Então ficamos os dois nessa querência.
- É.
Quando então chega Ela trazendo um drops de menta para oferecer-lhes.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2005
Las imágenes (?) no mientem.
Foram flagrados hoje dois prováveis integrantes da Máfia-com-ême-maiúsculo Hispano-brasileira percorrendo os corredores do Colégio Pedro II, Unidade Humaitá II.
Testemunhas afirmam tê-los visto socializando-se com alguns alunos, "fazendo justiça" na fila da cantina, amedrontando transeuntes, arrasando corações de donzelas, tirando doce de criança e... sim, comendo croissant de queijo num guardanapo do Senninha.
A seguir, fotos sacadas por testemunhas oculares.








(Antonio Banderas?!?!?! ...!!!!)
Testemunhas afirmam tê-los visto socializando-se com alguns alunos, "fazendo justiça" na fila da cantina, amedrontando transeuntes, arrasando corações de donzelas, tirando doce de criança e... sim, comendo croissant de queijo num guardanapo do Senninha.
A seguir, fotos sacadas por testemunhas oculares.








(Antonio Banderas?!?!?! ...!!!!)
domingo, 11 de dezembro de 2005
http://musica.busca.uol.com.br/radio/index.php?busca=jorge+ben¶m1=homebusca&check=artista
(Abre noutra janela, né!)
Vai no 'Puro Suingue' e avança até ela:
Que Maravilha (Jorge Ben/Toquinho)
Lá fora está chovendo
Mas assim mesmo eu vou correndo
Só prá ver o meu amor
pois Ela vem toda de branco
Toda molhada, linda e despenteada, que maravilha
Que coisa linda que é o meu amor
Por entre bancários, jatomóveis, ruas e avenidas
Milhões de buzinas tocando minha harmonia sem cessar
Ela vem chegando de branco, meiga, pura, linda e muito tímida
Com a chuva molhando o seu corpo lindo
Que eu vou abraçar
E a gente no meio da rua do mundo
No meio da chuva, a girar, que maravilha
A girar, que maravilha
A girar
---
Hoje eu procurei "chorar" no Novo Dicionário Aurélio, 2ª Edição. Recomendo a experiência.
Chove, chuva, chove sem parar
Ah, aproveita e ouve o 'Puro Suingue' inteiro, porque realmente... .
Uhum, a vida é um lance fascinante.
Faz
Si
Nã
Te.
Namastê!
(Abre noutra janela, né!)
Vai no 'Puro Suingue' e avança até ela:
Que Maravilha (Jorge Ben/Toquinho)
Lá fora está chovendo
Mas assim mesmo eu vou correndo
Só prá ver o meu amor
pois Ela vem toda de branco
Toda molhada, linda e despenteada, que maravilha
Que coisa linda que é o meu amor
Por entre bancários, jatomóveis, ruas e avenidas
Milhões de buzinas tocando minha harmonia sem cessar
Ela vem chegando de branco, meiga, pura, linda e muito tímida
Com a chuva molhando o seu corpo lindo
Que eu vou abraçar
E a gente no meio da rua do mundo
No meio da chuva, a girar, que maravilha
A girar, que maravilha
A girar
---
Hoje eu procurei "chorar" no Novo Dicionário Aurélio, 2ª Edição. Recomendo a experiência.
Chove, chuva, chove sem parar
Ah, aproveita e ouve o 'Puro Suingue' inteiro, porque realmente... .
Uhum, a vida é um lance fascinante.
Faz
Si
Nã
Te.
Namastê!
terça-feira, 6 de dezembro de 2005
Janelaberta
Dia desses eu quedava por aqui
Ouvindo o silêncio cheio de barulhos do mundo
E tive vontade de contar pra todo mundo
que eu amo
que eu amo.
Quis subir num palco pequeno
Cantar umas músicas que gosto
Rir de vergonha e ver na platéia
Essas pessoas que amo.
Pensei numa festa bem grande
e sorvetes e coisas
e danças e gestos
no amor da minha vida
tantas coisas.
Volta e meia me vem uma vontade de contar pra todo mundo
que amo
que amo
, que amo a vida
a pesar.
,que amo a vida
apesar.
Soprar em cada ouvido
de todo mundo
que amo
como lhes gosto
e amo
e que choro e que teimo
e que tem vez que quero
fugir
abraçar
tomar
casar
morrer
dançar
querer
amar
desamar
ler
olhar
cantar
cuspir
piscar
fitar
verborragiar
Doce doce doce
Eu quero tudo,
certas vezes.
Certas vezes eu não quero nada.
Tem certos dias certos que eu me jogo na cama
e me deixo
voando.
Dia desses eu quedava por aqui
E como tantas vezes levantei só
pra buscar papel e caneta.
Ouvindo o silêncio cheio de barulhos do mundo
E tive vontade de contar pra todo mundo
que eu amo
que eu amo.
Quis subir num palco pequeno
Cantar umas músicas que gosto
Rir de vergonha e ver na platéia
Essas pessoas que amo.
Pensei numa festa bem grande
e sorvetes e coisas
e danças e gestos
no amor da minha vida
tantas coisas.
Volta e meia me vem uma vontade de contar pra todo mundo
que amo
que amo
, que amo a vida
a pesar.
,que amo a vida
apesar.
Soprar em cada ouvido
de todo mundo
que amo
como lhes gosto
e amo
e que choro e que teimo
e que tem vez que quero
fugir
abraçar
tomar
casar
morrer
dançar
querer
amar
desamar
ler
olhar
cantar
cuspir
piscar
fitar
verborragiar
Doce doce doce
Eu quero tudo,
certas vezes.
Certas vezes eu não quero nada.
Tem certos dias certos que eu me jogo na cama
e me deixo
voando.
Dia desses eu quedava por aqui
E como tantas vezes levantei só
pra buscar papel e caneta.
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